

A Associação de Municípios do Vale do Sousa vai ser presidida até 2029 pelo presidente da Câmara Municipal de Lousada, Nélson Oliveira, que sucede a Nuno Fonseca, presidente da autarquia de Felgueiras, no cargo.
Sob a condução do presidente cessante, Nuno Fonseca, foi submetida a sufrágio secreto a proposta de que o cargo de Presidente do Conselho Diretivo, para este mandato, seja exercido pelo Presidente da Câmara Municipal de Lousada, Nelson Oliveira, e o de Vice-Presidente,
pelo presidente da Câmara Municipal de Penafiel, Pedro Cepeda, tendo a mesma sido aprovada por unanimidade, indica uma nota de imprensa da Valsousa.
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Para além destes, o Conselho Diretivo da Valsousa será ainda composto pelo Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Ricardo Cardoso, pelo Presidente da Câmara Municipal de Felgueiras, Nuno Fonseca, pelo Presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, Paulo Ferreira, e pelo Presidente da Câmara Municipal de Paredes, Alexandre Almeida.
No início de um novo mandato autárquico, o presidente agora eleito destacou a importância da Associação de Municípios, com já 36 anos de atividade, na promoção do desenvolvimento integrado e sustentável do espaço regional do Vale do Sousa, e dos seus mais de 320.000 habitantes, através das áreas prioritárias de intervenção, onde se destaca oo Ambiente e Sustentabilidade, através da sua empresa intermunicipal Ambisousa; da Modernização Administrativa e da Transição Digital, no âmbito do projeto Vale do Sousa Digital; e do Património, Cultura e Turismo, pela intervenção e projeção da Rota do Românico, a nível interno e externo, alicerçada no trabalho de parceria com todos os municípios integrantes do projeto, e com os atores sociais, económicos e culturais deste território, agora exponenciada pela sua integração no Plano de Ação Regional para a Cultura Norte 2030, através da medida “Rotas a Norte”.
“As oportunidades e potencialidades que se abrem, com o novo quadro de gestão de fundos europeus, nomeadamente através dos Programas Portugal 2030 e Norte 2030, que permitirão a consolidação daqueles projetos, assim como a alavancagem de novos domínios, como será o caso da mobilidade inter-regional, através da desejada concretização, entre outros, do itinerário complementar IC35 e da Linha ferroviária do Vale do Sousa”, foram igualmente sublinhadas por Nélson Oliveira.
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